Cogubras na Mídia

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26 de Agosto de 2015 – Rádio USP Ribeirão – programa “O Ambiente é o Meio”
José Marcelino entrevista Francisco Vítola abordando vários assuntos relacionados a cogumelos:

http://www.ribeirao.usp.br/wp-content/uploads/2014/06/AMBIENTE-%C3%89-O-MEIO-26-08-2015-FRANCISCO-MENINO-VITOLA-COGUMELO.mp3?_=12

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14 de Junho de 2015 – Revista O Globo

Cogubras marcando presença no cenário nacional, nesta reportagem sobre kits para cultivar cogumelos:

http://ela.oglobo.globo.com/vida/gastronomia/caixinha-de-surpresas-kits-de-cogumelo-para-regar-colher-comer-viram-febre-no-brasil-16433141

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15 de Abril de 2015 – vídeos da Gazeta do Povo

Clique aqui para assistir a um vídeo em que Francisco Vítola ensina técnicas para cultivar cogumelos em casa.

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23 de Julho de 2014 – Paladar (blog do Estadão)

Siga o link abaixo para ler uma matéria sobre os cogumelos nativos brasileiros, com a participação de Francisco Vítola:

http://blogs.estadao.com.br/paladar/vai-um-lentinula-raphanica/

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12 de Março de 2014 – Canal Rural

Clique aqui e confira a entrevista ao programa Bom Dia Campo ou assista abaixo:

 

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05 de Fevereiro de 2014 – FOLHA DE SÃO PAULO 

Empresa vende kit para cultivar o fungo em casa

DE SÃO PAULO

“O Brasil tem muitos produtores de cogumelo, mas eles não dão conta da demanda”, diz Eduardo Sydney, sócio da Cogubras.

A empresa foi fundada em julho passado para possibilitar o cultivo de algumas espécies em casa.

Seu produto, vendido on-line e entregue em todo o Brasil, é o kit Cogoo: uma pequena caixa de papel, com material orgânico e cogumelos em desenvolvimento.

Basta borrifar água quatro vezes ao dia e mantê-lo em local fresco para o fungo crescer. Em dez dias é possível fazer a “colheita”. Com o mesmo kit é possível obter até quatro safras.

A marca vende quatro tipos de cogumelo, como salmão e shimeji preto e, a partir do dia 17, shimeji branco. Outros serão oferecidos ao longo do ano. (GUSTAVO SIMON)

ONDE COMPRAR
SITE cogubras.com.br
QUANTO R$ 30 (o kit, sem frete)

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02 de Fevereiro de 2014 – Estado de São Paulo

Empreendedores investem R$ 40 mil  em negócio que vende kit para cultivar cogumelo em casa

Cogubras trabalha com três espécies: shimeji-preto, cogumelo-ostra marrom e cogumelo salmão

GISELE TAMAMAR, ESTADÃO PME

Foi durante os estudos na pós-graduação que os engenheiros de bioprocessos e biotecnologia Francisco Vítola e Eduardo Sydney começaram a conversar sobre empreendedorismo e o potencial do mercado de cogumelos. Com a ideia de trabalhar com o produto fresco, os engenheiros resolveram trazer a ideia que já existe no exterior para o Brasil e criaram a Cogubras para vender um kit de cultivo de cogumelos em casa, o Cogoo.

Sydney conta que a opção inicial pelo cogumelo fresco foi adotada para não enfrentar a concorrência do produto em conserva chinês. Ao pesquisar oportunidades de negócio, a dupla conheceu os kits vendidos nos Estados Unidos e Portugal.

Mas ao contrário dos produtos que usam as borras de café para o cultivo, os engenheiros optaram pelo resíduo de madeira e subprodutos agrícolas por causa das espécies de cogumelo comestíveis escolhidas, que crescem em madeira.

As conversas começaram no início do ano passado e a empresa entrou em operação em julho com investimento inicial de R$ 40 mil. Atualmente, o negócio trabalha com três espécies: shimeji-preto, cogumelo-ostra marrom e cogumelo salmão. Outras cinco variedades estão em fase de testes para lançamento ainda este ano.

Os kits custam R$ 30 e são vendidos no site da empresa e em pontos de venda em Curitiba e Florianópolis. Segundo Sydney, duas colheitas são garantidas, mas dependendo do cuidado, algumas pessoas conseguem garantir até quatro.

Como funciona. De acordo com a empresa, o cogumelo é cultivado em uma mistura de materiais orgânicos que passa por tratamento térmico para eliminar qualquer possível contaminação na mistura. Quando o usuário recebe a caixa de papelão, ele precisa fazer um corte no pacote e começar a umidificar.

É preciso borrifar água diariamente e o kit precisa ficar em um local iluminado, mas protegido da luz direta do sol. O cogumelo demora entre uma semana e 12 dias para atingir o ponto de colheita. A empresa, localizada em Pinhais, no Paraná, produz cerca de 3 mil kits por mês. “Queremos crescer bastante, mas não consigo fazer uma projeção”, conta Sydney, que passou a dedicar seu tempo integral ao negócio. “Temos um funcionário. Eu e o Francisco fazemos um pouco de tudo”, conta.

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Cogubras inova trazendo kits para cultivo de cogumelos em casa

Empresa paranaense disponibiliza kit de cultivo de variedades comestíveis que se destacam na culinária europeia, oriental e brasileira

CURITIBA 27/01/2014 – Comprometida com a inovação, a responsabilidade ambiental e a sustentabilidade, a Cogubras foi fundada em 2013 pelos engenheiros de bioprocessos e biotecnologistas Francisco Vítola e Eduardo Sydney. Em pequenas caixas, com um miniborrifador e instruções simples, a Cogubras trouxe para o mercado o “Cogoo”, um kit para cultivo de cogumelos em casa. Basta seguir os passos indicados e, em alguns dias, já é possível colher cogumelos frescos.

“Selecionamos cuidadosamente as variedades comestíveis mais bonitas e saborosas para que todos possam admirar e degustar”, ressalta Vítola. “Além disso o kit é divertido e nos ensina bastante sobre estes interessantes organismos”, completa Sydney.

Com o kit, é possível cultivar cogumelos até mesmo na sala, ou na cozinha de um apartamento pequeno. As espécies oferecidas, todas nativas do Paraná, são: shimeji-preto (Pleurotus ostreatus), cogumelo-ostra marrom (Pleurotus pulmonarius) e cogumelo salmão (Pleurotus djamor). “Estamos trabalhando com várias espécies novas. Em breve teremos muitas novidades”, garantem os sócios.

Vítola explica que os cogumelos na realidade são frutificações que algumas espécies de fungos são capazes de produzir. Diferentemente dos vegetais, os fungos precisam digerir matéria orgânica para obter energia. Por isso, são importantes recicladores naturais.

Espaço na gastronomia

Habitual na culinária oriental e europeia, o cogumelo fresco ganha cada vez mais destaque na gastronomia brasileira. “As pessoas estão aprendendo como prepará-lo, como aproveitá-lo melhor.”, observa Vítola. Um dos objetivos da empresa é ajudar a quebrar o mito de que os cogumelos frescos são apenas ingredientes da alta gastronomia e que os pratos elaborados com eles devem ser complicados de preparar. Os sócios-fundadores da Cogubras sugerem que existe espaço para os cogumelos também na cozinha simples do dia-a-dia, com imensos benefícios à saúde.

Várias espécies comestíveis estão presentes na biodiversidade paranaense e podem ser facilmente inseridos ou combinados a pratos típicos brasileiros. Moquecas, tapiocas e churrascos podem ser incrementados com cogumelos, por exemplo. Inclusive, umas das receitas sugeridas no site da empresa é um enroladinho de shimeji, feito na churrasqueira. Os cogumelos são alimentos muito saudáveis, com muita fibra, pouca caloria e diversas propriedades funcionais. Contêm vitaminas do complexo B, essenciais na saúde mental e emocional e fósforo, fundamental para os ossos e os dentes. Além disso, possuem pouquíssima gordura em sua composição e são uma ótima fonte de proteínas em dietas com restrição a produtos de origem animal.

A técnica de produção

Dentro da caixa de papelão vem um pacote contendo uma mistura de materiais orgânicos, com umidade a 70%. Este substrato passa por um tratamento térmico para eliminar qualquer possível contaminação na mistura. Em seguida é inserida uma cultura pura do cogumelo que se quer produzir. A caixa é vendida a um passo de frutificar. “Quando a pessoa leva para casa, abre um buraquinho no pacote e começa a umidificar, isso sinaliza para o cogumelo as condições ambientais diferentes que o induz a formar a frutificação”, diz Eduardo Sydney. Ele acrescenta que quando as instruções são seguidas corretamente o cogumelo demora de uma semana a 12 dias para crescer até o ponto de colheita e que cada kit.

Alternativa ambiental

Na confecção do substrato para o cogumelo são utilizados resíduos da indústria madeireira e subprodutos agrícolas. Em todo o processo não são utilizados nenhum tipo de fertilizante ou aditivo químico. Trata-se, portanto, de um produto 100% natural. Depois de esgotado, o substrato pode ser utilizado como adubo orgânico e a caixinha, que é biodegradável, pode ser devolvida para a empresa, que a desmonta, tritura e reutiliza como componente do substrato para o próprio cultivo de cogumelos.

O Kit Cogoo, da Cogubras, é comercializado em lojas físicas e no site. As entregas são realizadas em todas as partes do Brasil.

FONTE: P+G Comunicação

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27 de Janeiro de 2014 -http://www.icnews.com.br/2014.01.27/negocios/cogubras-trazen-kits-para-cultivo-de-cogumelos-em-casa/

Cogubras traz kits para cultivo de cogumelos em casa

Comprometida com a inovação, a responsabilidade ambiental e a sustentabilidade, a Cogubras foi fundada em 2013 pelos engenheiros de bioprocessos e biotecnologistas Francisco Vítola e Eduardo Sydney. Em pequenas caixas, com um miniborrifador e instruções simples, a Cogubras trouxe para o mercado o “Cogoo”, um kit para cultivo de cogumelos em casa. Basta seguir os passos indicados e, em alguns dias, já é possível colher cogumelos frescos.
“Selecionamos cuidadosamente as variedades comestíveis mais bonitas e saborosas para que todos possam admirar e degustar”, ressalta Vítola. “Além disso o kit é divertido e nos ensina bastante sobre estes interessantes organismos”, completa Sydney.

Com o kit, é possível cultivar cogumelos até mesmo na sala, ou na cozinha de um apartamento pequeno. As espécies oferecidas, todas nativas do Paraná, são: shimeji-preto (Pleurotus ostreatus), cogumelo-ostra marrom (Pleurotus pulmonarius) e cogumelo salmão (Pleurotus djamor). “Estamos trabalhando com várias espécies novas. Em breve teremos muitas novidades”, garantem os sócios.

Vítola explica que os cogumelos na realidade são frutificações que algumas espécies de fungos são capazes de produzir. Diferentemente dos vegetais, os fungos precisam digerir matéria orgânica para obter energia. Por isso, são importantes recicladores naturais.

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27 de Janeiro de 2014 - http://www.embalagemmarca.com.br/2014/01/empresa-lanca-cogumelos-que-podem-ser-cultivados-na-propria-embalagem/

Empresa lança cogumelos que podem ser cultivados na embalagem

A Cogubras, empresa fundada em 2013 pelos engenheiros de bioprocessos e biotecnologistas Francisco Vítola e Eduardo Sydney, lança kits com cogumelos que podem ser cultivados em casa. O é composto por pequenas caixas, com um miniborrifador e instruções simples. Basta seguir os passos indicados e, em alguns dias, já é possível colher cogumelos frescos.

“Selecionamos cuidadosamente as variedades comestíveis mais bonitas e saborosas para que todos possam admirar e degustar”, diz Vítola. “Além disso, o kit é divertido e nos ensina bastante sobre estes interessantes organismos”, completa Sydney.

Com o kit, é possível cultivar cogumelos até mesmo na sala, ou na cozinha de um apartamento pequeno. As espécies oferecidas, todas nativas do Paraná, são shimeji-preto (Pleurotus ostreatus), cogumelo-ostra marrom (Pleurotus pulmonarius) e cogumelo salmão (Pleurotus djamor).

Dentro da caixa de papelão há um pacote contendo uma mistura de materiais orgânicos, com umidade a 70%. Esse substrato passa por um tratamento térmico para eliminar qualquer possível contaminação na mistura. Em seguida, é inserida uma cultura pura do cogumelo que se quer produzir. A caixa é vendida a um passo de frutificar. “Quando a pessoa leva para casa, abre um buraquinho no pacote e começa a umidificar. Isso sinaliza para o cogumelo as condições ambientais diferentes que o induz a formar a frutificação”, diz Eduardo Sydney. Ele acrescenta que quando as instruções são seguidas corretamente o cogumelo demora de uma semana a 12 dias para crescer até o ponto de colheita.

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29 de Setembro de 2013 - http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2013/09/pesquisador-cria-tecnica-para-cultivo-de-cogumelos-em-caixa-de-papelao.html

Pesquisador cria técnica para cultivo de cogumelos em caixa de papelão

São 3 tipos de cogumelos que nascem a partir de uma mistura de materiais.
Após 10 anos de estudos, pesquisador abriu empresa na região de Curitiba.

Com o objetivo de superar medos e derrubar mitos em relação aos cogumelos, o professor e pesquisador da Universidade Federal do Paraná UFPR Francisco Menino Destéfanis Vítola desenvolveu uma técnica de plantio desses fungos em pequenas caixas de papelão. São exigidos apenas alguns cuidados, e a satisfação, de acordo com o criador da técnica, é garantida já que o ciclo dos cogumelos é menor do que a dos vegetais. “A pessoa acompanhar todo o crescimento, é muito divertido. É interessante pelo ritmo. Em alguns dias, ele já está pronto para colher”, disse o professor.

Apesar de o ingrediente ser comum na culinária oriental e europeia, no Brasil o uso ainda é restrito. A questão financeira é um dos fatores que interferem para isso, uma vez que o preço cobrado é considerado alto. Vítola fala em um ciclo vicioso. “O preço é alto do cogumelo. As pessoas não sabem, às vezes, como preparar, como utilizar aquilo, e têm medo de comprar aquele produto tão caro e sem saber exatamente como aproveitá-lo da melhor forma possível. Como não tem uma venda muito grande, o produtor acaba tendo uma escala de produção menor e acaba tendo que encarecer o produto. Então, uma coisa vai prejudicando a outra”, explicou.

De acordo com Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná, na safra de 2011/2012, foram colhidas 327 toneladas de cogumelos no estado. Destas, 246 eram de Champignon e 81 de Shiitake. Conforme dados do Deral, a cidade que mais produz Champignon é Tijucas do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. De lá saíram 218 toneladas na última safra. Já a produção de Shiitake se concentra em Castro, nos Campos Gerais do estado. Todo este volume tem pouca proporção diante dos números registrados pela agricultura paranaense. Ainda assim é considerado um nicho em crescimento pelo Deral.

“Tradicionalmente, as pessoas tinham o medo da competição e guardavam este conhecimento [de como se cultivar] para tirar uma vantagem comercial, mas isso, na verdade, inibiu o mercado de cogumelos, ao invés de ter estimulado”, afirma. Segundo o pesquisador, a ideia de plantar os cogumelos em caixa de papelão visa quebrar mitos e, principalmente, inserir o produto na cultura brasileira. Para ele, as pessoas veem o cogumelo no mercado, e por causa do mistério que existe em torno do cultivo, ficam imaginando como ele é feito, criando uma espécie de resistência.

Vítola destaca que o cogumelo, que na realidade é um fungo que precisa dirigir matéria orgânica para obter energia, está presente na biodiversidade paranaense e que poderia ser facilmente inseridos ou combinados a pratos típicos brasileiros. Inclusive, umas das receitas sugeridas é um Enroladinho de shimeji preto, feito na churrasqueira. (Veja mais abaixo como preparar)

“Eles são fantásticos como alimento. Na verdade, uma das características interessantes, é que eles têm todos os aminoácidos essenciais. Para uma pessoa que não se alimenta de carne, por exemplo, é um complemento interessante. Eles têm uma porção de vitaminas, nível baixíssimo de glicídio, pouca caloria, muita fibra. São características nutricionais muito interessantes”, explicou Vítola.

Como funciona
A paixão pelo cultivo dos cogumelos, surgiu a partir do trabalho, quando Vítola ingressou em um grupo de pesquisa da UFPR. Ele é formado em Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia e buscava enzimas nos cogumelos que poderiam ser utilizadas em medicamentos. Alias, as pesquisas permanecem.

O trabalho foi virando paixão, e o pesquisador passou a ter também pequenas plantações em casa. “No laboratório, a gente não chega a obter o fruto. A gente trabalha só com a fase inicial e eu sempre tive a curiosidade de tentar cultivar o cogumelo, mesmo. E acaba sendo um caminho difícil de voltar. Quando você acha curioso e começa a mexer com isso, a gente fica com cada vez mais vontade de saber mais e de aprender mais. Agora, eu tento passar isso para os outros”.

Depois de dez anos na área, ele decidiu investir na técnica da produção em caixa de papelão. A empresa tem três meses e é composta por Vítola, mais um sócio e um funcionário. A estrutura fica em um barracão na cidade de Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, e, por enquanto, as vendas ocorrer por meio da loja virtual e alguns pontos de revenda. São três opções: o Cogumelo Salmão (Pleurotus djamor), Shimeji Preto (Pleurotus ostreatus), Cogumelo-Ostra marrom (Pleurotus pulmonarius). Todas são vendidas por R$ 30,00.

Dentro da caixa tem um substrato, que é uma mistura de materiais orgânicos, com umidade a 70%. Este substrato passa por um tratamento térmico para eliminar qualquer possível contaminação na mistura. Em seguida, explica o pesquisador, é inserida uma cultura pura do cogumelo que se quer cultivar. A caixa é vendida a um passo de frutificar. “Quando a pessoa leva para casa, abre um buraquinho no pacote e começa a umidificar, isso sinaliza para o cogumelo as condições ambientais diferentes o induz a formar a frutificação”.  Vítola acrescenta que quando o ambiente está bem úmido, um clima favorável, demora de uma semana a 12 dias para o cogumelo crescer do zero até o ponto de colheita.

Vítola faz um parêntese para destacar que os resíduos agrícolas são a base da produção, portanto, o cultivo de cogumelo pode ser um boa alternativa ambiental para o país como Brasil, com grande volume de produção agrícola.

O pesquisador cita alguns cuidados que devem ser tomados no cultivo em caixa de papelão. “Não pode pegar a luz direta do sol. Ele tem que ficar em um ambiente que tenha claridade, mas que seja sombreado. Tem que fazer um furinho, porque o cogumelo vai em direção ao oxigênio, onde tenha menos gás carbônico. Também tem que manter a umidade. Para isso, a gente dá de brinde um pequeno borrifador. Se a umidade for muito baixa, se for um ambiente muito seco, a pessoa tem que borrifar mais vezes durante o dia ou manter alguns panos úmidos, alguns recipientes com água para manter esta umidade do ar bem elevada”.

Se a pessoa quiser utilizar todos os cogumelos de uma só vez, para que haja uma nova frutificação é necessário esperar até três semanas. O pesquisador explica que é só ter os mesmos cuidados quanto à umidade. Além disso, é preciso observar para identificar possíveis contaminações, como manchas verdes. Se for algo pequeno, pode-se abrir um novo furo. Agora, se for algo maior, a recomendação, é descartar a produto de maneira correta. Qualquer dúvida, lembra Vítola, ele e o sócio estão a disposição para ajudar o cliente diante de qualquer dificuldade no cultivo.

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20 de Agosto de 2013

Band Cidade 20/08/2013 – Engenheiro de Curitiba inventa técnica de cultivo de cogumelos em caixinhas

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18 de Agosto 2013 - http://www.gazetadopovo.com.br/bomgourmet/mundo-gastronomico/conteudo.phtml?id=1400386&tit=Para-colocar-mais-cogumelos-no-cardapio

Para colocar mais cogumelos no cardápio

Poucas espécies destes fungos são estudadas e há muitas comestíveis para se descobrir

A diversidade de cogumelos encontrados no Brasil e na zona da mata da Araucária ainda é pouco estudada. Na palestra “Cogumelos na gastronomia paranaense”, no terceiro dia da feira Mundo Gastronômico, o engenheiro de bioprocessos e biotecnologia Francisco Vítola falou sobre a história, o panorama atual e perspectivas para o uso de cogumelos na culinária.

De cerca de 8 mil espécies existentes na mata da Araucária (que se estende além do Paraná), apenas 900 são estudadas e 23 delas são catalogadas como comestíveis. Dentre essas dezenas, apenas quatro são cultivadas em larga escala: o tipo paris, o shimeji, o portobello e o shiitake.

Vítola defende que é preciso colocar estes cogumelos e outros catalogados como comestíveis no cardápio local. A dica dele é aprender com outras culturas, como a asiática e europeia. “O Brasil ainda é um país micofóbico. Comemos muito pouco e temos um potencial enorme de combinar os cogumelos com ingredientes locais e ir além do estrogonofe e da pizza”, disse.

Vítola aproveitou a participação da empresa com um estande na feira para lançar oficialmente a Cogubras, empresa que vende kits para cultivo de três tipos de cogumelo em casa: o salmão, o shimeji-preto e o ostra-marrom, todos comestíveis e de rápido crescimento.

Em um mês, a Cogubras vendeu mais de 300 kits. “Vamos lançar mais espécies em breve e também receitas no site para as pessoas saberem como preparar”, disse a chef Denyse Porto, esposa e parceira de Vítola.

Evento

O Mundo Gastronômico é uma feira de gastronomia e alimentação realizada pela Efex (empresa do Grupo Positivo), em parceria com a Gazeta do Povo. O evento teve início nesta quarta-feira (14) e segue até sábado (17), no Expo Renault Barigui (pavilhão de exposições do Parque Barigui). É aberto ao público.

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14 Agosto 2013 - http://www.gazetamaringa.com.br/gastronomia/conteudo.phtml?tl=1&id=1399568&tit=Lancamentos-vao-de-abridor-de-potes-a-kit-para-cultivo-de-cogumelos

Lançamentos vão de abridor de potes a kit para cultivo de cogumelos

Feira Mundo Gastronômico traz novidades para as empresas do setor e, também, para os consumidores em geral

Um kit para cultivar cogumelos em casa, um abridor de potes de conserva, uma luva para lavar legumes e uma máquina para gaseificar água. Esses são apenas alguns exemplos de produtos inovadores que serão lançados por empresas paranaenses no Mundo Gastronômico, que começa hoje e vai até sábado no Expo Renault Barigui, em Curitiba.

A feira é um encontro entre renomados chefs de cozinha da gastronomia nacional, empresários e profissionais do setor. O evento de hoje é aberto apenas para profissionais da gastronomia e seus convidados. Nos outros dias, para o grande público.

O Mundo Gastronômico é uma parceria entre a Efex, empresa do Grupo Positivo, e a Gazeta do Povo. Ao todo, são 62 empresas distribuídas em estandes com produtos e serviços voltados não só para o comércio como também para o consumidor.

Lá também é possível conhecer e degustar produtos que, em muitos casos, só são vendidos pela internet. Um dos exemplos é a empresa curitibana Cogubras, que acaba de lançar o kit caseiro de cogumelos ornamentais e comestíveis – uma caixinha que precisa ser regada diariamente para que os fungos cresçam. A marca terá seu lançamento oficial na feira. “Atualmente temos três produtos e o investimento inicial foi de aproximadamente R$ 15 mil,” diz o proprietário Francisco Vítola.

A loja virtual Cos­mo­nau­ta, que revende utensílios de cozinha importados, também vai expor os produtos só encontrados na versão on-line, explica a proprietária Flávia Arantes Jensen. “Toda a linha disponível na feira é lançamento aqui no Brasil”, diz. Dentre os carros-chefes da loja que podem ser comprados no Mundo Gastronômico está o abridor de potes de conserva (R$ 20), luvas para lavar legumes (R$ 20) e o quebrador de nozes Jarkey (R$ 155), eleito um dos melhores do mundo.

Outra novidade é a máquina portátil norte-americana Soda Stream, que faz água gaseificada e saborizada. Ela é vendida no Armazém 71, em Curitiba, que tem mais de 1,5 mil itens, de utensílios a ingredientes para receitas.

Serviço

A Feira Mundo Gastronômico Curitiba é realizada no Expo Renault Barigui, no Parque Barigui. Os ingressos para a entrada no evento custam R$ 10. Para o Ciclo de Aulas e Palestras Tradição e Modernidade, os ingressos são R$ 200 por dia ou de R$ 500 para os três dias. A venda é feita pelo Disk Ingressos, pelo telefone (41) 3315-0808 e pelo site www.diskingressos.com.br.

Colaborou Flávia Schiochet

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12 de Agosto de 2013 –  http://www.centralpress.com.br/empresa-paranaense-lanca-kit-para-cultivar-cogumelos-em-casa/

Empresa paranaense lança kit para cultivar cogumelos em casa

Criada por estudantes de pós-graduação e doutorado em Engenharia e Bioprocessos e Biotecnologia da UFPR, a Cogubras é uma empresa que se propõe a compartilhar a diversão de cultivar cogumelos com todos que tiverem curiosidade. A empresa comercializa um kit compacto e prático, chamado Cogoo, para cultivar cogumelos em casa.

São pequenas caixas, com um miniborrifador e instruções simples. Basta seguir os passos indicados e, em alguns dias, já é possível colher cogumelos frescos. “Além de saborosos, são bonitos e decoram o ambiente”, destacam os sócios Francisco Vítola e Eduardo Sydney.

Com o kit é possível “curtir” o cultivo de cogumelos até mesmo na sala, ou na cozinha de um apartamento pequeno. As espécies oferecidas, todas nativas do Paraná são:
• Shimeji-preto (Pleurotus ostreatus);
• Cogumelo-ostra marrom (Pleurotus pulmonarius);
• Cogumelo salmão (Pleurotus djamor)

Além disso, a empresa é comprometida com a sustentabilidade e a responsabilidade ambiental, reciclando resíduos da indústria madeireira.

Vítola e Sydney farão o lançamento oficial da empresa e do produto no evento Mundo Gastronômico, que acontecerá no Expo Renault (Parque Barigui), de 15 a 17 de agosto. No estande que terão na feira irão apresentar e oferecer o kit.

No dia 16, às 17 horas, Francisco Vítola ministrará uma palestra sobre o potencial da biodiversidade regional de cogumelos para a gastronomia. A empresa também comercializa os kits pela internet (www.cogubras.com.br) e os primeiros clientes já estão se divertindo, como se pode ver na fanpage da empresa (www.facebook.com/cogubras).

 

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